quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

We Are The Champions


Um tanto de inspirações vem a minha mente quando escuto We are The Champions do Queem, lembro das dificuldades, mas lembro que mais importante que as dificuldades é vencê-las.

É verdade, se todas as dificuldades do mundo vierem contra mim, não que eu queira, mas não vou temer se eu puder vencê-las.

Tá eu sei, viajei! Mas a musica inspira isso.

Tradução:

Eu paguei minhas dívidas,
Vez após vez.
Eu completei minha sentença
Mas não cometi nenhum crime.
E enganos sérios
Eu cometi uns poucos.
Tive minha porção de areia
Chutada em meu rosto,
Mas eu permaneci vivo.

E nós pretendemos continuar e continuar e continuar e continuar.

Nós somos os campeões - meus amigos,
E vamos continuar lutando
Até o final.
Nós somos os campeões,
Nós somos os campeões.
Não há tempo para perdedores,
Pois nós somos os campeões do mundo.

Eu tenho feito minhas reverências,
E atendido aos chamados das cortinas. *
Vocês me trouxeram fama e fortuna
E tudo que vem com isso,
Eu agradeço a vocês todos.
Mas não tem sido nenhum canteiro de rosas,
Nenhuma viagem de prazeres.
Eu considero isso um desafio perante
Toda a raça humana
E eu não vou perder.

E nós pretendemos continuar e continuar e continuar e continuar.

Nós somos os campeões - meus amigos,
E vamos continuar lutando
Até o final.
Nós somos os campeões,
Nós somos os campeões.
Não há tempo para perdedores,
Pois nós somos os campeões do mundo.

Nós somos os campeões - meus amigos,
E vamos continuar lutando
Até o final.
Nós somos os campeões,
Nós somos os campeões.
Não há tempo para perdedores,
Pois nós somos os campeões do mundo.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

VIVA!!!!!

Esses dias enquanto voltava do serviço a pé comentei com um colega que me fazia companhia que a cada ano que passa a impressão que dá é a de que os anos passam mais rápido, e disse: “quando éramos crianças demorava tanto, mas agora as luzes de natal chegam cada vez mais rápido”.

Cerca de um ou dois dias depois recebi um e-mail de uma amiga com um artigo de Airton Luiz Mendonça na Folha de São Paulo explicando que o nosso cérebro só dá atenção para coisas que ele ainda não conhece, quando a gente é criança a gente conhece pouca coisa e a cada aprendizado a cada novidade e uma oportunidade do nosso cérebro trabalhar e assim viver e sentir aquele momento, quando vamos envelhecendo e poucas coisas são novidade e nosso cérebro funciona no automático e não percebe o tempo que vive e a tendência de quando envelhecemos é a de fazer as coisas mais padronizadas, todos os dias acordamos no mesmo horário, comemos as mesmas coisas no café da manhã, vamos para o serviço pelo mesmo caminho e etc.

O grande segredo diz Mendonça é viver o que é diferente ele ensina o M & M, vou deixar ele mesmo explicar esse antídoto para vocês:

“Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar
quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).

Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos..... em outras palavras...... V-I-V-A. !!!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.

E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E
S CR EVA em
tAmaNhos
diFeRenTes e em CorES
di f
E rEn tEs !


CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVETE.....




V I V A !!!!!!!!

domingo, 2 de dezembro de 2007

Grosseria Estranha


Eu fiquei pensando muito depois de algo muito bizarro que aconteceu comigo, uma garota que vejo freqüente me mandou um scrap pelo orkut que mexeu muito com minha cabeça nos últimos dias, ela falava: “já chega, não basta ficar me encarando na sala de aula agora vai ficar fuçando no meu perfil, aqui não tem nada do seu interesse...” e seguiu nesse tom.

Estranho... eu nem lembrava de ter entrado no perfil dela, mas puxei pela memória e lembrei que dois dias antes por confusão tinha entrado por alguns segundos, mas com certeza não foi pra bisbilhotar, alias mal devo ter ficado vinte segundos no perfil, alias fazia tempos que não entrava.

Estranho... eu realmente a encarava na sala de aula, mas encaro todas rsrsrs, e isso ,no meu caso, não quer dizer interesse gosto de fazer isso como se fosse uma pesquisa de popularidade e se acaso encarasse mas a ela deve ser ao fato que eu sento de frente para ela, coisa que também é obra do acaso e se isso a incomoda por que não mudou de lugar?

Estranho... dias antes eu falava que ao contrario de alguns eu não tenho interesse na dita cuja, que não sentia vontade de ter nada com ela. Dias depois ela me trata como se eu fosse um maníaco fissurado por ela.

Tudo tão estranho... tão estranho que nem me dei ao trabalho de falar: hei quem você pensa que é? Não, só respondi “ok” e mudei de lugar na sala de aula e estou tentando ao Maximo não ter contato visual com a pessoinha.

Por que eu fiz isso??? Ora... vai que ela também de repente não acha algo de estranho.

E chega de grosserias!




Um forte abraço!!!

VIOLÊNCIA

Este é um artigo postado no blog do meu irmão osvaldo, jornalista a mais de 18 anos ele tem as palavras certas para descrever o setimento que fica no coração de todos.


Filed under: Artigo — Osvaldo Luiz at 3:41 pm on Thursday, November 22, 2007

"Já faz algum tempo, a violência tem predominado nos telejornais. Migrou dos noticiários do início da noite para os “jornais oficiais”. Dá audiência. Não é a toa que Hollywood explora isso há tanto tempo com tanto sucesso. Máquinas Mortíferas, Rambos, Exterminadores…

Nosso cotidiano tem alimentado o novo enredo jornalístico. Mortes de policiais, de turistas, prisão de mulher em cela com 20 homens. Chama ou não chama a atenção? Que barbaridade! Os editores colocam como primeira, segunda, terceira notícia. Não, não é o “Aqui Agora” é a trágica segurança pública brasileira.

O caso do Pará. Descobre-se agora que não é um caso isolado. Teve outras mulheres. A própria governadora reconhece ao se dizer escandalizada…

- Ah, ela não tem 15 anos…

- Ela se prostituía e pode ter sido presa para “servir” mesmo aos detentos…

- Ficou só 15 dias e tinha a solicitação de transferência…

O que muda? Nada! Que Brasil é esse que coloca numa mesma cela homens e mulheres? Isso é “terra de ninguém”, é selvageria! Um dos responsáveis do ato é umA delegadA. A responsabilidade pela falta de penitenciárias femininas no Pará é dA governadorA.

A gente liga no jornal e não acredita, não é? Dá uma sensação ruim. Parece que, apesar de tantas denúncias e casos passados, nada é feito de impactante para se reverter a situação. Dá desânimo. Mas a gente acaba assistindo. As outras opções vêm depois e não chamam mais a atenção. Os processos de cassação do Renan. A votação da CPMF. Mais um recorde de arrecadação do governo… Ainda bem que tem o esporte para dar uma “quebrada”. Não! A seleção do Dunga! Ta difícil…"


Violência demais, casos como este me traz uma sensação ruim, um desespero, uma vontade de sair a gritar e querer forçar aos outros a se moralizarem, mas isso também seria violência e certamente passaria inerte, depois fica uma sensação de impotência, um aperto no peito em imaginar que coisas como essa poderão continuar acontecendo, triste…
e agora me vem uma pergunta: o que podemos fazer para mudar a violência que nossa sociedade se habituou a ignorar?

Um forte abraço!
Paz